Sentir, e não ver

Tem coisas no ballet que a gente passa aulas tentando pegar, mas depois, num estalo, a gente entende. É como se fosse uma fórmula de física, dias e dias, e de repente “ué! é só isso?”.

Não é?

Finalmente estou conseguindo “entender” (sentir) o lugar do quadril nos tendus. Eu errava e nem percebia – até porque era leve. Acho que está  ligado ao tempo. No começo a minha consciência corporal era menor, e só depois de muitas aulas que eu consigo sentir (quase) todo o corpo e não preciso olhar tanto pro espelho para ver o que eu estou errando.

Sentir é melhor do que simplesmente ver. Acho que confirma que você aprendeu.

Imagem daqui.

 

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4 comentários em “Sentir, e não ver

  1. Concordo completamente com você.
    Eu ainda tenho muita coisa pra melhorar, mas a minha coluna reta eu custei entender o que minha professora tinha me explicado, e hoje em dia eu sei exatamente como fazer e faço na maior tranquilidade.
    Beeijos… saudades de você 🙂

  2. Isso é muito engraçado, é tudo num estalo!
    Eu estou engasgada ainda com tombé pas de bourré, e quando aprender sei que vou falar “…é isso?”, e depois, como você diz, farei na maior facilidade…

    Beijocas!
    (saudades também! tempinho que a gente não conversa!)

  3. É, minha professora ensinou um dia isso, mas depois ela parou… vou até lembrá-la.
    De início é meio confuso mesmo.
    É, tem um tempinho mesmo! Você ainda não fez facebook, né dona Cyndi?
    Beeeeeeeeeijos 😀

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