Menina, senta

Pessoas leitoras desse blog, estou eufórica!

Depois de muuito sacrifíco, finalmente fui à Inglaterra. Amei a experiência! Que país lindo! Que pessoas gentis!! E o clima tava até bem de boa, viu, e olha que eu sou friorenta.

Cheguei hoje e tô numa deprê total. Hehe

Mas o que eu realmente quero contar é:

TCHARAN

Eu fui assistir ao Royal Ballet!!!!!!!!!

Que loucura, menina! A região é lindíssima, cheia de lojinhas fofas. O Royal Opera House também é lindo, mas não dava pra ver muito de fora – estão construindo alguma coisa e colocaram um muro de proteção. Mas por dentro… por dentro! Que lugar!

Lindo é pouco!!

Meu ingresso era lá no topo, digamos… na parte médio-baixo do topo. 21 libras, achei o preço bom. Também achei que seria um lugar meio ruim de assistir, mas não é tanto assim. Dava pra ver tudinho, eu não tinha visão da coxia, os bailarinos não ficaram minúsculos, hehe. Se você é familiar coma silhueta, dá pra reconhecer tranquilo quem é quem.

Falando nisso, eu vi uns dos meus preferidos: Marcelino Sambé (que saltos! Socorro), Francesca Hayward (a coisa mais fofa), Lauren Cuthbertson (maravilhosa) e ZENAIDA YANOWSKI! Que mulher estupenda!

Chorei, gente! Chorei mesmo. Realizei um dos meus sonhos!! Parecia bom demais pra ser verdade!

Os ballets apresentados foram “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de Forysthe (com Marcelino, Francesca), “Tarantella”, de Balanchine, “Strapless”, de Wheeldon (com Lauren), e “Symphonic Dances”, de Scarlett (com Zenaida e Mayara Magri) – meu favorito da noite!

A gente não podia tirar foto nem filmar as apresentações, claro. Então, só fotos do lugar mesmo. Chega mais:

Aspiration Bridge, entre a Royal (dir.) E a Royal School

Boo muro de proteção

Visão do meu assento. Dava pra ver a orquestra também. Não vou mentir, em alguns momentos, eu só olhava pra lá, heheh

Tô apaixonada, gente! Uma noite que não vou esquecer tão cedo!

❤❤❤❤

Muito barulho por nada

Vocês já ouviram falar em ouvido absoluto?

Tá bem explicadinho no doc “Escuta só: Ouvido Absoluto” (um doc muito bem feitinho, viu, e ainda tocam Serenade lá no meio <3). Tem quase 30 minutos e eu não espero que vocês vejam tudo, mas eu vou dar uma explicadinha/resumidinha aqui. Grosso modo, é uma condição que faz com que a pessoa, sempre que escuta um som, saiba a nota musical correspondente. Como se, num canto de passarinho, ela percebesse o lá, mi, mi, sol, dó. Ainda é discutido se se nasce com ouvido absoluto, ou se com um fator que facilita tal condição, ou se é treino. MASS, com intenso trabalho musical, você pode desenvolver ouvido relativo, que é o que identifica o som com alguma referência anterior.

Pareceu incrível no começo, mas as pessoas que possuem essa característica apontaram uns lados ruins disso. A professora de percepção musical Aída Machado diz que seus alunos que tem ouvido absoluto “têm uma dificuldade de ouvir um acorde, de ouvir a beleza dos acordes” (acorde é quando se toca mais de uma nota por vez); o violista Levi Fernando diz que sente dificuldade em apreciar uma música, porque ele tá sempre ouvindo “nota, nota, nota… e isso cansa”, hehe.

Bem, esse não é esse exatamente o assunto do post, mas é um modo de ilustrar o que eu quero dizer hoje. Peraí que a gente chega lá!

Dia desses, eu conversei com um amigo sobre o tempo que nós estudávamos violino, e da saudade, etc etc. Ele falou que viu um moço tocando violino no ônibus; o pessoal lá dentro achou lindo, mas ele, que tem um conhecimento bom de música e do instrumento, disse que tava bem ruinzinho (mas geeeente, como que fica bom dentro de um ônibus também, né? achei coragem). Enfim. Notei que, depois que nós adquirimos esse conhecimento, é bem difícil se contentar com pouco.

Isso me fez lembrar outra conversa, dessa vez com a fadinha. Ela havia assistido um ballet e me contou como não dá pra ficar neutra assistindo uma coisa que conhecemos tão bem. “tal pé está torto, esse salto não foi muito elegante, três giros cravados!” são pensamentos que correm durante toda a apresentação. Eu também faço isso… como muitos também fazem, aposto!

Vocês percebem o que eu quero dizer? Como quem tem ouvido absoluto e só ouve “nota, nota nota”, nós, que temos conhecimento, só vemos “técnica, técnica, técnica”! Perdemos um pouco da graça de sentar, relaxar e apreciar o espetáculo. É bem mais fácil nos frustrarmos porque nosso padrão é mais alto do que o da plateia comum. E quem quer sair do teatro achando tudo meia-boca? Imagina só, você não vai ver uma cena dessas e achar bom, nem agradável, nem emocionante.

Mas sabe quem provavelmente vai? o público leigo. Assim como o pessoal do ônibus achou linda a apresentação do moço.

Chegamos no tema do post. Ufa.

Sabe quando nossos pais/parentes/amigos nos veem dançando, ou mesmo fazendo um exercício, e acham tudo maravilhoso, e nós soltamos um “claro que não! tá tudo torto/errado/frouxo/outro defeito”? O que estamos fazendo, gente? Querendo tirar a graça deles também?

Então, como não enxergar só técnica? Como voltar a ficar encantada com a história (mesmo que você já a tenha assistido milhares de vezes)? Acho que seria a mesma coisa de perguntar como desligar o ouvido absoluto.

Tentando ser “inocente” de no, ao invés de olhar para os pés, coisa que faço desde que comecei a dançar, eu foco na expressão facial, nas trocas de olhares entre os bailarinos, nos braços e nos – tcharam – bailarinos do fundo. Quando a encenação é boa, eles são a melhor coisa pra sentiro clima. Quer ver? Assista à cena da loucura de Giselle e olhe só pros camponeses.

O problema é que conhecimento sempre nos deixa mais críticos… Acredito  é um exercício diário: tirar o monóculo, descer da sua cátedra, ouvir a música, apreciar o esforço da pessoa, se deixar envolver, perceber que as falhas fazem parte da vida e da dança – inclusive das suas -, correr pro abraço.

Um post meio doidinho só pra dizer: relaxa, fia.

Uva madura

E que Depois de um post birrento, um de consolo!

Meu passo uva madura, aquele que eu ❤ e me sinto maravilhosa dançando, e que faço o tempo todo, é

TCHARANN

pas de valse en tournant

(Coloca no combo aí o simples e os balancés também, amo/sou)

Quer me ver feliz? Me dá um corredor largo e enorme e a combinação pas de valse en tournant, chaînes, piqué arabesque. Tô no céu.  Continuar lendo “Uva madura”

Dicas para sapatilha de ponta

A bailarina Kathryn Morgan publicou, em seu canal no youtube, um vídeo com várias dicas muito muito úteis para sapatilha de ponta! Acredito que, como bailarina profissional, ela tem muita conhecimento a passar para nós, pequenas gafanhotas.

Sevocê não viu, ou tá com preguiça, ou então não fala inglês, sentaqui que eu listei tudinho.

Primeiramente, fora temer acho importante relembrar a “anatomia” de uma sapatilha

images (12)

(fonte)

Enfim…

Dicas da Karhryn Morgan (e meus comentários entre parênteses):

1. (0:17) A sapatilha deve servir perfeitamente.

Mesmo se você usa pontas há anos, ou se começou agora, tenha em mente que o que importa é como elas ficam no seus pés, como você se sente nelas e se elas servem perfeitamente.

2. (0:43) Ajuda profissional.

(Okayy, nem todas moramos num grande centro com uma grande loja de dança, que possivelmente terá alguém habilitado, MASS, se for possível,) procure esse profissional. Tire um dia pra fazer isso. Vá a uma loja, experimente todos os modelos que puder, e todas as marcas disponíveis. Não fixe sua mente numa marca só (nem deixe o vendedor tentar te empurrar uma), pode haver uma marca/modelo que você nunca ouviu falar e é a ideal pra você.

3. (1:23) Dureza da palmilha.

Pés arqueados precisam de palmilhas duras. Dito isso, as Grishko e as Capezio são mais duras. Se você tem problemas pra subir nas pontas, as Freed são mais moles, principalmente na caixa (a Kathryn fala no vídeo que ela não é super conhecedora de todas as marcas, então ela fala das experiências dela). Entretanto, há uma Freed, usada ppr profissionais, que é mais dura na caixa, a Freed Wing Block. Elas ficam muito duras (a própria Kathryn tev dificuldades) A dica aqui é que dá pra adicionar cola à caixa e deixá-la mais durinha 😉

4. (2:45) Altura da gáspea.

Se você tem dedos curtos e as pontas têm gáspea comprida, ela vai pegar no arco do pé e te impedir de subir. É simples: dedos curtos, gáspea curta; dedos compridos, gáspea comprida. Geralmente, as marcas russas e europeias têm gáspeas mais compridas.

5. (3:37) Tamanho da palmilha.

A palmilha tem que terminar no meio do calcanhar, e não no fim do pé. Assim:

Screenshot_2017-03-22-21-37-09.png

(Aos 4:16)

Se a sua está maior que o devido, você pode cortar um pedacinho da palmilha e depois proteger com fita,  ou tecido, pra não machucar seu pé. Algumas marcas fazem pontas com palmilhas menores (a Mushilan da Capézio tem!)

6. (5:03) Largura da caixa.

Os dedos devem ficar justos na caixa das pontas, mas não apertados. Os dedos não devem ae sobrepor! Verifique isso ao pisar com o pé plano, eles devem ficar justos (experimente com a ponteira, se você usa uma. faz muita diferença). As pessoas falam que é mais bonito um pé longo e fino, mas talvez você precise de uma sapatilha mais curta e larga, então…  ¯\_(ツ)_/¯

7. (5:40) Costura das fitas.

A altura da costura da fita (assim como a gáspea) influência na dificuldade em subir nas pontas. Se as fitas forem costuradas muito abaixo, vão cruzar no meio do arco e, além de ficar esquisito, vão te puxar pra trás e te impedir de subir. A Kathryn gosta de costurar as fitas um pouco atrás da costura lateral. Ela conselha a experimentar antes da costura mesmo com alfinetes de segurança, pra achar a melhor posição das fitas pra você.

8. (7:15) Sapatilha pequena.

Se o tamanho da sapatilha tá um tiquinho pequena, e fica saindo no calcanhar, dá pra cortar o tecido de dentro da sapatilha – da costura lateral ao calcanhar. Assim:

Screenshot_2017-03-22-22-15-13.png

 

(aos 7:36)

Aumenta um pouco o tamanho, deixando mais espaço pros pezitos. Pra uma emergência, é uma super dica (acho que pra quem tem pés de tamanhos diferentes também).

9. (8:12) Elástico e fitas.

Ela prefere elastico invisível  (aquele todo furadinho), e indica os da Bloch e Gaynor, tanto pro visual ficar mais bonito, tanto ficar menos bagunça no seu pé  (ele é mais fino e embola menos, eu também prefiro). Já as fitas, ela usa fitas com stretch da Bloch. Fitas apertadas demais dificultam o uso das pontas e prejudicam o tendão de aquiles. A marca Bunheads tem fitas com uma parte em elástico para o tendão  (acho que a Gaynor também).

Ela termina o vídeo reforçando que experimentar tudo, todas as marcas e modelos, até achar a perfeita (ou o mais próximo disso, hehe).

°°°

Ah, também há este vídeo, onde ela ensina como costura as fitas, como passa cola na caixa etc. Esse vale mais a a ver do que ler uma descrição.

°°°

Gostaram? Eu achei dicas bem legais, nunca vi algumas dessas. Compartilhem as dicas de vocês o/

Vamos falar de imagem corporal?

Tema pesado, né, mas eu quero falar mesmo assim, porque me toca.

Começando do começo, eu sempre fui magrinha. Desde criança, eu era alta e magra, e ouvi muita gracinha. Nada muito exagerado (e eu sei que tem gente que passa perrengue), mas também nada divertido. Só que, na puberdade, eu ganhei muito quadril – e só. Não desenvolvi muito mais corpo que isso. Daí, eu passei minha adolescência inteira e me achando muito desproporcional – na verdade, continuo achando -, e também incomodadíssima com a hipersexualização dos bumbuns. Não foi legal.

Quando eu entrei no ballet, e passei a fazer duas aulas por dia, todos os dias, eu ganhei uns músculos bem bacanas, e, pela primeira vez, gostei do meu corpo. Eu gosto desses músculos suaves que o ballet proporciona! até meu bumbum diminuiu um pouco, hehe. E meu peso, que sempre foi 60kg (distribuídos num corpo de 1,74cm), nessa época passou a ser dois quilos a menos. Só que não parecia tanto, porque eu tinha músculos também, que fazem volume mas não pesam como gordura.

Um tempo depois, acho que nas férias do ballet, eu emagreci mais dois quilos (ou seja, 56kg) e me senti horrível! Magra demais pra minha altura! Não gostei nem um poquinho. Só que eu tenho uma dificulade para engordar…  o máximo que pesei foi 61kg, quando eu fiquei quase um ano longe do ballet (foi na época que torci o pé). E adivinha? Me senti gorda.

Eu não estava gorda, longe disso. Mas eu estava minimamente diferente do corpo que eu me acostumei e aprendi a gostar… e isso me incomodou bastante. É muito ruim? Porque, às vezes, eu penso num futuro mais gordinho e não gosto nada nada. Não sei quanto peso hoje, mas, quando toco nas minhas gordurinhas bobas, eu me acho “gorda”. Não é no sentido total da palavra, mas é o desejo de que aquela carne não estivesse ali. Mas nem é muita, sabe?, e o pior é que eu sei que é besteira, mas é um incômodo que não passa.

Nós temos a consciência que essa coisa toda é mais profunda do que um se gostar ou não, no mundo do ballet. Há uma ideia de como o corpo de um bailarino deve ser e esse corpo é extremamente magro, e não exatamente com uma aparência saudável. Aliás, não só no que tange aos bailarinos, o padrão estético da sociedade é o mesmo: alto, magro.

Perigoso, perigosíssimo.

Esse tema deve ser tratado com muito cuidado, porque a busca por um corpo inacançável mexe com a saúde física E mental. Sim, estou falando de distúrbios alimentares

E

do meu enorme medo de desenvolver um.

Bailarinos são um grupo complicado. Ficamos muito tempo em frente a um espelho corrigindo nossas falhas; nos é jogado na cara um ideal de beleza por toda parte (professores, partners, espectadores, colegas apontando o dedo, inclusive nossa própria expectativa); a demanda física da atividade também é desgastante, enfim… E o pior: falar de distúrbios alimentares no ballet ainda é um tabu!

Ter consciência do que pode nos acontecer é importante. Eu me esforço, de verdade, pra aprender a amar meu corpo de novo, só que não é fácil. Creio que não é fácil para muitos de nós! Ainda me acho desproporcional, ainda acho gorduras onde provavelmente não tem, e ainda detesto as que sempre me incomodaram. E há o fato de eu comer pouco e me exercitar quase todos os dias.

E se eu emagrecer e continuar incomodada?

E sejamos sinceros, quantos de nós estamos gordos mesmo? Tô falando de sobrepeso, de gordura que te atrapalha a viver. Pouquíssimos, me atrevo dizer.

Esse post está sendo bem difícil de escrever, porque é muito fácil apontar para o que está acontecendo com o resto do mundo, mas é outro esqueminha pra apontar pra si mesma. Não, eu não creio que possua algum distúrbio alimentar; não deixo de comer e não penso se vou engordar ou não antes de comer alguma gostosura (e como com gosto!), mas creio que meu psicológico está um pouquinho afetado com essa estética que eu seu que é absurda, e, sinceramente, não sei qual é pior.

Olhem para si mesmos, caros colegas dançantes, e ponderem bem sobre seus corpos! Devemos ficar sempre atentos! É importantíssimo termos o corpo saudável para dançar, não dá pra desperdiçar o único que a gente tem! E é muito curioso quando, para nos convencer de algo que não somos realmente, o incentivo é sempre de fora; porém, para nos convencer de algo que somos, o incentivo deve vir de dentro. Mil pessoas podem falar algo positivo sobre você (o que você considera positivo), e, mesmo assim, ainda há a dúvida. Então, devemos aprender a amar, amar de verdade!, nossos corpos.

De dancinha pelada em frente ao espelho admirando nossa maravilhosidade em dancinha pelada em frente ao espelho admirando nossa maravilhosidade, chegamos lá (eu gosto muito de dançar essa aqui, se alguém está interessado nessa minha técnica, hahah).

°°°

O site Cloud & Victory participou da Eating Disorders Awareness Week com uma série de posts sobre o café da manhã de bailarinos profissionais e a importância de comer bem.

E a Cássia já falou sobre esse assunto no blog dela, sendo os meus preferidos “Existe um tipo físico ideal?“, “‘Você tem de emagrecer’” e “Eat Right. Respect your body. Dance Forever.” Recomendo!

Creio que o post já está muito grande, mas queria finalizar com uma reflexão que vi não lembro onde, mas mudou minha perspectiva (por enquanto, só em relação aos outros, não a mim): quando alguém reclama que está gordo, nós prontamente tentamos agradar, ou mesmo afugentar tal pensamento, e dizemos “você não está gordo(a), está lindo(a)”. Opa, peraí! Não tem como ser gordo e lindo? Algo errado não está certo. Pra refletir, não é mesmo?

o que há de novo

Alou! mais de mês sem postagens novas! Pior que, agora, eu tenho tempo.. não tenho é assunto mesmo.

Minto, tenho um no gatilho, mas preciso revisar. Portanto, pequenas atualizações:

Vocês sabiam que eu graduei em Design no fim do ano passado? Pois sim! E agora, depois de estudar por 16 anos ininterruptos, sinto falta de ter o que fazer. Sendo assim, procuro o máximo de atividades diferentes e estimulantes possíveis para fazer. Uma dessas atividades é estudar um tico de cinesiologia, e talvez algo seja útil aqui pro blog o/

Outra: não faço mais aulas de ballet (essa ida e volta tão cíclica já tá chata pra relatar aqui, hahah) por motivos de logística e de dinheiro mesmo. Porém, continuo me exercitando em casa. Faço essa aula da Kathryn Morgan, que é puxadinha. A varanda aqui de casa serve bem, é espaçosa e tem uma muretinha na altura ideal. Uma vez só fiz esse centro, só que, como piso de cimento não é adequado, senti muitas dores no dia seguinte e resolvi que, se fizer de novo, pulo a parte dos saltos (é importante frisar que eu não recomendo quem é iniciante meeesmo, principalemente quem nunca fez aulas, praticar sozinho em casa, porque pode desenvolver um monte de vícios, ou até mesmo se lesionar por falta de instrução).

Cortei o cabelo! Hahah, isso não é nada importante pra vocês, mas é que eu fiquei sem mais nada pra contar e aumentar o post. Desculpa!

Enfim, galero, espero que agora eu engate nos escritos e vá com tudo! Sugiram, por favor, temas pra discussão. Pode ser um tema polêmico, inclusive quero 😉 Hehe